IMPETIGO

Por adaptação de Dr. Leonardo Ferreira Bianquini - 13/02/2019


Três são as formas da doença:
a) Bolhosa
B) Não bolhosa (tipo contagioso de Tilbury Fox)
C) Impetigo comum

Principais agentes etiológicos:

a) S. aureus
b) Estreptococos beta-hemolíticos do grupo A
(S. pyogenes)


30% da população geral possui a cavidade nasal colonizada pelo S. aureus.
A bactéria dissemina-se através do nariz para a pele normal em sete a 14 dias e as lesões de impetigo aparecem sete a 14 dias após
20 a 40 % dos indivíduos são colonizados também pelo S. aureus na região do períneo e, menos comumente, nas axilas, faringe e mãos.
É a infecção bacteriana de pele mais frequente em crianças.
Menores de 6 anos tem incidência maior do que os adultos
Subtipo bolhoso é mais frequente em neonatos e lactentes.
A forma não bolhosa é típica da faixa etária entre 2 e 5 anos.
A bactéria não penetra pela pele intacta.
O impetigo estreptocócico é responsável pela maioria dos casos de glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica.
Alguns nunca induzem nefrite, mas 25% dos pacientes com pioderma devido a S. pyogenes, tipo M-49, são afetados.
A incidência global de glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica diminuiu nas últimas décadas.

Doenças Associadas

Nefrite desenvolve após 18 a 21 dias
A nefrite pós-estreptocócica é um fator de risco significativo para doença renal crônica na vida adulta.
A escarlatina, a urticária e o eritema multiforme podem seguir o impetigo estreptocócico.
A febre reumática não é uma complicação do impetigo estreptocócico.

Por adaptação de Dr. Leonardo Ferreira Bianquini - 13/02/2019

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